Treze línguas. Dez princípios. Uma conversa.
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Timothy Garton Ash |
Essa é uma das razões mais importantes pelas quais precisamos de liberdade de expressão. Como podemos tomar boas decisões em qualquer assunto sem informações sobre fatos relevantes ou sem ouvir a opinião dos outros? Como podemos construir comunidades fortes e capazes de se governar sem escutar as vozes que representam todos os seus integrantes? . (mais...) |
The 2013 Orwell Lecture was held in Burma at the Irrawaddy Literary Festival by Timothy Garton Ash.
Kerem Oktem nos apresenta a tradução de uma coluna de Hasan Cemal que seu jornal, Milliyet, se recusou a publicar.
Alan Rusbridger, editor-chefe do jornal britânico Guardian, afirma que a Grã-Bretanha precisa tanto de uma imprensa livre como de uma reforma no sistema regulatório atual, que ele define como fracassado. Tal reforma exige precisa de mais transparência e não pode ser feita às pressas. Durante esse processo, um novo órgão independente de regulação da imprensa deveria ser implantado temporariamente e avaliado após um ano.
Libyan media are crippled by their Gaddafi legacy. Without new regulations and, above all, bravery to stand up to violent intimidation, freedom of speech remains a distant dream, writes Jerry Timmins.
Apesar de um discurso a favor da liberdade de imprensa, o governo criou um surpreendente projeto de lei que, além de ter disposições opressoras, enfraquece o Conselho Interino de Imprensa, escreve Ellen Wiles.
In 2006 the Kenyan police violently raided the offices and printing press of the Standard Group media organisation. What was the government afraid of seeing reported? Dominic Burbidge explores a revealing case.
O Senado do Brasil recentemente restaurou a lei que obriga jornalistas a terem um diploma universitário em jornalismo. A proposta de emenda constitucional poderia restringir ainda mais a profissão, relata Felipe Correa.
Em 2011, um grupo de jovens egípcios organizou exibições públicas de filmes para expor a violência militar contra civis, escreve Hebatalla Taha.
Em março de 2012, Mohammed Merah, que se auto-intitulava um jihadista, amarrou uma câmera em seu peito para gravar o assassinato de sete pessoas na França.
Em 2010, o primeiro ministro húngaro aprovou uma série de leis que davam controles excessivos ao governo em relação à mídia privada, relata Peter Bajomi-Lazar, pesquisador sênior da Universidade de Oxford.
