África: mídia e liberdade de expressão
“As pessoas na África não têm liberdade para falar livremente e responsabilizar os governos por seus atos.”
A falta de conexão de internet na África significa, na prática, que os meios de comunicação tendem a ficar sempre para atrás em relação a outras regiões do mundo, afirma Nqobile Sibisi, coordenadora do Highway Africa’s Future Journalists Programme, uma parceria entre a Rhodes University e a South African Broadcasting Corporation. Um outro obstáculo enfrentado pela mídia africana é o controle do governo tanto na internet quanto em outros meios. “Vivemos no século 21, em uma era democrática, e não podemos impedir que jornalistas exerçam suas funções liberais de informar os cidadãos,” afirma ela. Um desafio final é a ausência de liberdade de expressão, afirma Sibisi: “As pessoas na África não têm liberdade para falar livremente e responsabilizar os governos por seus atos.”
Comentários (1)
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“hold governments accountable”–interesting: how do we do this even in our so-called free democracies? Vote them out, that’s all we can do. What is more important is, How do we hold individual ministers of state accountable for their misdeeds, such as engaging in unjustified wars that kill thousands of decent young men and women? Here in Canada we have a government that is despotic. The prime minister has an office of personal staff of over 100 people, thanks to which he succeeds in silencing all his party MPs and preventing all expressions of dissent. He even has a veto over the selection of candidates for an election. The press are critical but ineffectual. Litigation is impossibly costly for the individual; and even vocal and wealthy organizations such as the National Citizens’ Council and the Canadian Taxpayers Federation never initiate litigation against the government or ministers.